Marinheiro só – direito à memória e à verdade

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Amigos inseparáveis desde marinheiros em Natal, o sargento José Raimundo da Costa e o cabo José Manoel da Silva, estreitaram a amizade com o mesmo pensamento de fraternidade e solidariedade do sertão pernambucano de onde oriundos. Buscavam refúgio juntos quando perseguidos pela ditadura. Lutavam por um Brasil com mais justiça. Continuaram a acreditar na luta. Nunca desistiram e seguiram o caminho quase natural daqueles marinheiros que não se curvaram ao golpe de 64. página 86 – capítulo Jonatas que não era mais, do livro Marinheiro só de Claudio Guerra.

Leia mais sobre o tema: O marco jurídico do direito à memória e à verdade

A tradição de conciliação e impunidade no Brasil, presente nas elites e no establishment político, deverá continuar a manifestar-se. Daí a necessidade de mobilização permanente da sociedade civil e de uma participação ativa de todos os atores interessados para que a Comissão Nacional da Verdade, à semelhança do que vem ocorrendo em outros países, se torne um passo decisivo para a implantação de uma justiça de transição e a consolidação da democracia e o respeito aos direitos humanos no Brasil. O artigo é de Luiz Carlos Fabbri. Leia em www.cartamaior.com.br

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