Claudio Guerra

Dados Biográficos:

Claudio Guerra [Claudio Antonio Guerra], nasceu em 1950 em Paraguaçu Paulista [SP] e vive no Rio Grande do Norte deste outubro de 1981. É graduado em história pela UNESP-Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho. Foi dirigente do Núcleo Sindical dos bancários e dirigente do Partido Comunista Brasileiro em Macau[RN]. É colaborador do jornal Folha de Macau desde 1994 e é autor das seguintes obras:

Ninguém para a Coréia – romance, 2008 –Fábrica de Livros/Scortecci, São Paulo[SP]; sobre um episódio a luta internacionalista dos trabalhadores de Macau em 1950.

Alcanorte, da farsa às cinzas – ensaio, Sebo Vermelho, Natal[RN]; sobre a fábrica de barrilha [Macau] inconclusa e onde foram gastos cerca de 500 milhões de reais.

Pelo Direito de ser Bonsai – julgamento e condenação da Rádio Oficina Comunitária FM 93,5 – Solidariedade de Macau, Rio Grande do Norte – 2009 – O baú de Macau – Editora e Artes – Natal[RN]; sobre a perseguição contra aqueles que participam das rádios comunitárias.

Contos do Pontal do Anjo – 2010 – O baú de Macau – editora e artes – Natal[RN]. Contos  da região da Reserva de Desenvolvimento Sustentável Ponta do Tubarão.

Cidadãos off-line e o Lixão do Maruim de Macau – 2010 – O baú de Macau – editora e artes – Natal[RN]; Sobre a difícil tarefa em obter na justiça  [Ação Popular] reparação para os danos ambientais.

Textos de Macau – 2010 – O baú de Macau – editora e artes, Natal [RN] Textos escolhidos,  publicados nos jornais de Macau e Natal entre 1994 e 2010.

Mulheres Ciumentas e outros contos; 2011 – O baú de Macau – editora e artes, Natal[RN]. Contos sobre situações do cotidiano.

Marinheiro Só – romance – 2011 – O baú de Macau  -editora e artes, Natal[RN]. Sobre a participação de militares da marinha na resistência do golpe de 1964 e a dizimação da Vanguarda Popular Revolucionária [VPR] em Recife em 1973.

Pequenas Histórias do Neoliberalismo – 2012 – O Baú de Macau – editora e artes – Natal [RN].  Histórias escritas entre os anos de 1996 a 2003 sobre as dificuldades da vida sob o neoliberalismo no Brasil.

Orçamento Participativo e Ação Popular – Macau, Rio Grande do Norte – 2013 – O baú de Macau – editora e artes, Natal [RN]. Sobre a luta via Poder Judiciário para o avanço democrático.

Entrevista  para o livro Impressões Digitais de Thiago Gonzaga publicado em agosto de 2014

Claudio Guerra – arquivos

Livros:

Orçamento Participativo e Ação Popular – Macau, Rio Grande do Norte

Pequenas histórias do Neoliberalismo

Marinheiro só

Mulheres ciumentas aqui

Textos de Macau aqui

Contos do Pontal do Anjo aqui

Cidadãos off-line e o Lixão do Maruim de Macau aqui

Pelo Direito de Ser Bonsai aqui

Alcanorte, da Farsa às Cinzas aqui

Ninguém para a Coréia aqui

Textos e poesias:

O que nos ensina um Orçamento Municipal

De trustes

“Farinha pouca, meu pirão primeiro”

A tarde e o doce

Barro Vermelho [poesia]

O egípcio Mouktar [poesia]

A árvore dos gatos [poesia]

Pregões (poesia)

Mamãe Idalina vestida de branco

Ninguém para a Coreia: trabalhadores de Macau no romance de Claudio Guerra

Um livro: Notas pecuárias

Alguns nomes de Macau

Folha de Macau: dezenove anos

Macau, economia mundial e o preço do petróleo

Ainda sobre a Alcanorte

Um traseiro na CPI da Petrobrás

Soluções para os grandes ladrões (só os grandes)

Como lavarei o meu dinheiro?

Meu amigo Benito Barros

Rebeldes primitivos: o cangaço

Queixas da classe média e democracia participativa

A barbárie que nos cerca

O império contra-ataca

Terceirização: o que é ruim pode piorar

Luta de classes

Ditadura, sim! Ditadura!

Alejandro Rafael Barrett Lopez, presente!

O petróleo e a região de Macau

Guamaré e o petróleo: péssima propaganda e péssimo jornalismo

É como se mata cachorro!

Trama maravilhosa

Cinema e mídia: o filme “A entrevista” e a manipulação

Trabalho voluntário no capitalismo

Individualismo burgues

Salina para seu Antonio

Meu pai, didático.

A oferta, a procura e o “paulocentrismo”

Macau, os salineiros  e a  deduragem na durante a  ditadura [1964/1985] 

Sepulcros caiados

O rei está nu

Capitalismo, enfado e morte

Viés da mídia e golpe midiático: o Brasil pós-eleições de 2014

Afinal, quem manipula quem?

Quem tem medo da participação social?

Segundo turno: só a militância leva à vitória

Estética da miséria, número 2

Estética da miséria, número 1

Carnaval: dos milagres não obrados e do espírito zombeteiro dos macauenses

Bom é a liberdade de imprensa

Fuga número tres

Pontos de vista

Pendência e o bombardeio da Barreira do Inferno

Um diálogo conveniente

Fuga número dois

Fuga

Mano, diga que é pato!

Citio Macau

Minhas recordações do governo do PSDB [2]

Minhas recordações do governo do PSDB [1]

Luta pela vida: Audiência pública na Câmara de Vereadores de Natal

Algodão em Macau

Internacionalismo – 150 anos

Tio Agostinho

Um domingo de muita fé no Barro Vermelho

Noventa e nove anos

Velhas fotografias de família

Cangulu

Futebol, esperteza e ética

A barrica encantada da Ponta de Pedra

São Francisco como arma: uma história de Zé de Damiana

Capitalismo, mercado imobiliário e desemprego

Jornal A Liberdade – 1935

Chão dos Simples, de Manoel Onofre Jr.

Fundos abutres: enfim é o capitalismo.

É o capitalismo! Desemprego e angústia para os demitidos

A barrilha, truste desde o século XIX

Notas da escravidão em Macau: um precioso resgate do Professor João Felipe da Trindade

Atitudes infames

A participação popular e o mandonismo

Participação popular e a Lei Orgânica de Macau

O povo e as fotografias

Tortura inglesa

1958 e uma copa de futebol

Tragédia potiguar

Réquiem do poeta Jorge Fernandes às construtoras

A Coluna da praça: obelisco do centenário da independência

Testemunhas

Concurso público neles: Estado patrimonialista e Tribunal de Contas do Estado

Uma vala da maldade nas minhas lembranças de Macau

Sobre revistas: O Cruzeiro e Veja

1964. Aconteceu em abril, de Mailde Pinto Galvão

50 anos do golpe que feriu a nação: 1 de abril de 1964

O Cruzeiro, propaganda e ditadura

50 anos: temor de uma certa burguesia atrelada ao imperialismo

Episódios da escravidão

Câmara de Vereadores de Natal anula a cassação de Djalma Maranhão

Lourival Açucena em Macau, Rio Grande do Norte

A Casa é Branca, nos Estados Unidos e em boa parte do mundo

Assaltos a Bancos

Empregabilidade e barbárie

De milagres e ditaduras

Solidariedade e a farsa da AP-470

De tribunais, uísques e rolézinhos

Pequenos negócios

Marxismo e meio ambiente

Peroba Rosa

Banco é tudo igual: aproveitando o “reclame” da Caixa

Apartamento de pufes

Mamíferos que voam

Arena das Dunas

Ifigênia, a pecadora

São Rafael e minhas memórias do Vale do Açu

Tempo de desfaçatez

Floriano Cavalcanti: discurso em Macau – 1946

É o capitalismo, estúpido!

Presença do Rio Grande do Norte na Feira do Livro de Frankfurt 2013

Das tardes evanescentes de Barreiras

Pequenas histórias da minha aldeia: a cabra e a toga

Macau não pode continuar como laboratório do roubo do dinheiro do povo

“Deus criou o prefeito e o diabo inventou o vereador”

Todo capital é de risco

Onde está o dinheiro?

Os sem bandeiras e a liberdade

Vamos ganhar dinheiro? 3: Lavanderia Brasil ou seja lá o que for

A Booz-Allen em Macau

São Lourenço em Macau

Orçamento participativo – livro

O que estão fazendo com o seu dinheiro?

Orçamento participativo para 2014

Macau, a terra do já teve: você já refletiu sobre isso

A luta do povo de Macau em 1951 no romance de Claudio Guerra

Ciência e Arte: expressões máximas do ser humano

Aleluia, enfim, um boi no colunismo social! [seca]

É preciso cuidar: eles estarão lá espreitando [Venezuela]

Vamos ganhar dinheiro – parte 2 – A Corrente Milionária

Comunicação e publicidade

Em Macau, desde sempre a super-exploração

Lua cheia

Leviandades

Mídia e democracia

Simples assim: Dirceu e Genoíno

Insepultos

Das antigas almas de Macau

Memórias de um leitor de “velsos”

Orçamento participativo e royalties do petróleo

Carago e Malacacheta

Orçamento participativo e os poderes republicanos

Res publica ou magna latrocínia 

Das histórias do recreio no Duque de Caxias

Os comunistas vem aí! Recordações …

Em Macau, escombros de um teatro e dos poderes republicanos

Companheiros

Somos cidadãos off-line.

Macau na primeira década do século XXI

Macau, Rio Grande do Norte: onde a lei “nao pega”.

A SBPC – Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência.

Agora é a Renda Básica de Cidadania!

Avatar, o filme. Jacó Rabbbi, um avatar dos potiguares.

Macau: o Plano Diretor, a patologia comunitária e a senzala dos seus escravos.

O nosso lixo de cada dia

O Teatro Hianto de Almeida em Macau.

Odorico Paraguaçu não morreu!

Praia de Camapum em Macau: irresponsabilidade com o dinheiro do povo.

Quem é o menino da foto?

Vala da maldade, vala do descaso, vala da vergonha!