Do poeta cubano Félix Contreras para o poeta macauense Horário Paiva

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Horacio Paiva en su Torre Azul

                      Em que sonho adormeces

                          que não é de teu viver?

 

                                            Horácio Paiva

 

 

 Su Torre tiene el misterio de los azules medievales,

donde moran poetas de la vieja Coimbra,

el sosiego reunido por la noche que sale del mar

en la hora en que fulgura la esperanza del mundo.

Cada poema que sale de sus manos está

nutrido por las antiguas voces

de sus amados muertos golpeando las palabras.

 

Además, el espíritu del primer poema del muchacho  

Luchando en el acto de crecer.

 

El poeta habita  una Torre en el nordeste brasileño

donde yo oí

las palabras transfiguradas en oro

naciendo del sol del nuevo tiempo

que resurge del antiguo..

 

Foto E. Vale, 1937, Rua Tenente Victor, arq. Francisco Gama

La poesía tiene remos que baten

en las aguas del cuerpo y el espíritu

de aquel niño de Macau,

hoy grande poeta de la creación,

cuando él estampa

cada mañana los días y las noches de sus hermanos

en esta tierra

tan necesitada del nítido puro largo cielo

de los futuros días.

 

(FÉLIX CONTRERAS)

Horácio Paiva em sua Torre Azul

 

 

Em que sonho adormeces

                                               que não é de teu viver?

 

                                                               Horácio Paiva

 

Sua torre tem o mistério dos azuis medievais,

onde moram poetas da velha Coimbra,

o sossego criado pela noite que sai do mar

na hora em que resplandece a esperança do mundo.

Cada poema que sai de suas mãos

vem nutrido pelo labor das antigas vozes

de seus mortos amados que forjam as palavras.

 

E transparece o espírito do primeiro poema do garoto

lutando no ato de crescer.

 

O poeta mora numa Torre no nordeste brasileiro

onde ouvi

as palavras transfiguradas em ouro

nascendo do sol do novo tempo

que exsurge do antigo…

 

A poesia tem remos que batem

nas águas de corpo e alma

daquele menino de Macau,

hoje grande poeta da criação,

quando ele estampa

cada manhã os dias e as noites de seus irmãos

na terra

tão necessitada do nítido puro largo céu

dos dias futuros.

(FÉLIX CONTRERAS  –  Tradução de Horácio Paiva)

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