Arquivo fotográfico – salina manual

Fotos de autores não identificados:

Os trabalhadores usando o balaio para o transporte do sal foi até 1958 segundo Professor Geraldo M. Fernandes.

O sal era quebrado e depois faziam as “rumas”, as pequenas pirâmides

Salina do Conde, à direita a cidade e rio Assu, 1950

Salina Julião, no istmo de Macau, década de 1950

Salina Unidos, década 1960

Barcaça de transporte de sal ancorada no rio Açu, década 1960

Barcaça de transporte do sal, o primeiro carregamento, década 1960

Transporte em carro de mão que substituiu o balaio, década 1960

Fotos de E. Valle

Depois de cristalizado, o processo de furar o sal, 1937

Formando as pequenas pirâmides para o escoamento da água – secagem.

Processo de secagem, depois de quebrar o sal formar as pequenas pirâmides para escoar a água.

O uso do balaio foi até 1958 segundo o Professor Geraldo de Margela Fernandes, autor da obra O Sal – Economia em questão, publicado em 1995

Formação das pequenas pirâmides. Uso do balaio para transporte do sal que era feito por dois trabalhadores e caminhavam sobre as pranchas de madeira.

Pequenas pirâmides. Ao fundo o barracão onde os operários faziam as refeições e dormiam.

Das pequenas pirâmides para as grandes. Este processo perdurou até a mecanização no começo da década de 1960

O processo de mecanização da produção do sal foi tratado no livro Tecnologia e Desemprego – O caso da região salineira de Macau -RN do Professor Ademir Araújo da Costa, editado em 1993

Após furar o sal, os trabalhadores formavam pequenos pirâmides até a secagem e depois o transportavam para as grandes pirâmides onde ficaria estocado até ser transportado para as barcaças. Foto do arquivo da Professora Anaíde Dantas

A foto é de 1940 com cristalizadores e o sal colhido e empilhado. A esquerda a usina que ficava na entrada de Macau no começo da cidade.

A foto é de 1937. Trabalhadores com o balaio.

A foto é de 1937 do arquivo de Francisco Gama. Trabalhadores formando a grande pirâmide. O balaio era carregado por dois trabalhadores. Era um cesto de cipó, atravessado pelo chamado calão, um pau de madeira, resistente.

A foto é de 1937 e foi cedida por Helder Marques. Trabalhadores formando a grande pirâmide, equilibrando-se numa tábua estreita. O trabalho era muito penoso.

1940. Dioclécio D. Duarte publicou em 1941 o livro A indústria extrativa do sal e a sua importância na economia do Brasil onde analisa e indústria salineira e prõpõe soluções para a melhoria da produção, produtividade qualidade do sal

Foto de 1940. “O Rio Grande do Norte possue atualmente 95 salinas … nenhuma região do planeta apresenta melhores condições: temperatura elevada, ventos constantes, amplitude normal das marés, ausência quasi absoluta de chuvas durante seis meses no ano, ausência ainda de vertentes de água doce nas encostas dos vales” . p. 67 da obra A Indústria extrativa … de Dioclecio D. Duarte

Foto de 1940. No citado livro de Diocleo D. Duarte, à página 85, foi relacionado as salinas existentes em Macau com o nome da salina, número de cristalizadores, a área em metros quadrados e os nomes dos proprietários.

Foto de 1940. Nessa época existiam em Macau em produção 15 salinas com 612 cristalizadores e área de 1.269.468 m2. Era a maior área de salinas do Brasil.

Foto de 1940. A proposta de Dioclecio D. Duarte é a construção de uma salina experimental para a análise das técnicas por ele recomendadas.

Foto de 1937, arquivo de Francisco Gama. Salina no istmo de Macau e ao fundo, à esquerda as instalações da Companhia Comercio e Navegação.

Foto de 1940. Ao fundo o catavento para o transporte da água entre os baldes. Foi substituído por bombas a combustível e depois elétricas.

Foto de 1940. final do istmo, à esquerda a Usina de moagem do sal que foi demolida na década de 1960. foto 1

Foto de 1940. final do istmo, à esquerda a Usina de moagem do sal que foi demolida na década de 1960. foto 2

Foto de 1950 do arquivo de Francisco Gama, entrada de Macau no final do istmo. A usina de moagem do sal à direita.

Foto de 1937 do arquivo de Francisco Gama. Trabalhadores retirando o sal da grande pirâmide para o carregamento das barcaças. Uso do balaio.

E. Valle, 1940, escavação do sal “curado”

E. Valle, 1940, carregando a barcaça que vai levar o sal até o navio ancorado no Lamarão

E. Valle, 1937, carregando a barcaça: balaios e calões; arquivo de Francisco Gama.

E. Valle, 1940, carregamento das barcaças.

E. Valle, 1940, carregamento das barcaças.

E. Valle, 1950, carregamento das barcaças

E. Valle, 1940, barcaças de transporte do sal até o Lamarão

E. Valle, 1940, barcaça no Lamarão, a tina onde era colacado o sal para transferir para o navio

E. Valle, 1940, Vapor Tibagi no Lamarão recebendo a carga de sal das barcaças

E. Valle, 1940, navio no Lamarão, descarregando a tina de sal no porão do navio

E. Valle, 1940, transporte do sal a granel em caçambas de 500 litros sobre trilhos que também foi utilizado nas salinas de Macau.

E. Valle, 1940, além do transporte a granel, também ensacavam o sal para venda.

E. Valle, 1940, ensacamento do sal

E. Valle, 1940, rancho com sal ensacado em salina de Areia Branca-RN

E. Valle, 1940, transporte do sal ensacado, carregamento de barcaças no Porto Franco em Areia Branca

E. Valle, 1940, pequena usina de sal em Areia Branca

E. Valle, 1937, Armazém da Salina Henrigue Lage em Macau, arquivo Francisco Gama

Óleo sobre tela do artista plástico Getúlio Moura: Salina artesanal

Réplica de uma salina artesanal na chácara do médico Amaury de Medeiros Bezerra[1936/2000] no distrito de Barreiras, Macau-RN