Uma história: Maria Auxiliadora, Macau, Areia Branca e Estados Unidos [3] continua

Da equipe do baú de Macau para Maria Auxiliadora, em 24 de julho de 2012.

1962. Virgilio Barbosa, à direira, à frente, numa foto com Djalma Maranhão e Alfredo Teixeira.

Cara Maria Auxiliadora, tocou-nos muito sua mensagem carregada de amor e esperança. Faremos tudo para ajudá-la.  Primeiro dizer que sofremos muito quando do falecimento de Benito Barros, pessoa honesta e que sempre lutou pelo bem da humanidade e em especial dos macauenses. Colhemos o depoimento da Professora aposentada de UFRN, Maria do Rosário [58 anos] e colaboradora deste site. Ela disse que todo mundo conhecia Virgílio Barbosa em Macau. Ela se lembra que na década de setenta ele fez um curso de Jornalismo por correspondência e levava os textos que ele produzia para que ela opinasse. Ela disse que ele escrevia muito bem e com uma gramática correta. Por essa época [1974] ele fez um curso de inglês [de férias] do CCAA e sempre saiu-se muito bem. Ela confirma o tipo físico que você descreveu e confirma também que ele foi dono de uma farmácia em Macau. Ele também fundou uma Cooperativa de Crédito em Macau. Do que ouvia contar sobre ele, é que era de Caruaru em Pernambuco e foi para Macau. Era formado em contabilidade. Era casado com Alaíde Amaral e não teve filhos com ela. Criou os sobrinhos e sobrinhas da sua mulher. Ficou viúvo e não se casou mais. Morava na rua Martins Ferreira numa casa ao lado da Câmara de Vereadores, onde funcionava a Cooperativa. Era um homem amável que plantava flores no jardim da sua casa. Ele faleceu em 1975. Getúlio Teixeira um grande memorialista de Macau em uma oportunidade nos falou que Virgílio Barbosa era um cidadão presente em quase tudo de Macau. Vamos repassar o e-mail para que ele possa dar mais informações.

Atenciosamente, Equipe do baú de Macau.