Uma poesia de Fátima Marcolino

 

Getulio Moura, 2009, Rio Assu em Macau-RN

…Paz

 

Quero a paz do rio que corre lentamente sem a agonia da pressa. 

Quero a paz dos amantes das artes que ficam eternamente quietos apenas contemplando.

Quero a paz das manhãs ensolaradas com suave brisa lavando o meu rosto.

Ah! Como desejo a paz da família reunida em torno da mesa para o almoço…

Aquela paz que vem com abraços sinceros cheios de saudade,

a paz do sucesso,  após a vitória.

Então… quero a paz que qualquer homem pode ter.

A paz cantada no fechar dos olhos quando se deixa invadir por uma onda de amor.

Essa é a paz que almejo, aquela em que se planta para depois recolher os frutos.

 

                                                            Maria de Fatima Marcolino de Lima Figueiredo