Um casamento na Ilha de Manoel Gonçalves em 5 de setembro de 1835.

Um Lopes Galvão na Ilha de Manoel Gonçalves e outras localidades

Professor João Felipe da  Trindade (jfhipotenusa@gmail.com)

 

Mapa 1650?, Capitanias de Pernambuco, Itamaracá, Paraíba e Rio Grande do Norte

Vez por outra, encontro um Lopes Galvão onde menos espero. Transcrevo aqui o casamento de um deles que encontrei em livros de Touros, mas  que foi celebrado na Ilha de Manoel Gonçalves e outros registros em outras localidades.

- Aos cinco de setembro de mil oitocentos e trinta e cinco, depois de feitas as diligências de estilo, e não aparecer impedimento algum, canônico, e nem civil, de licença minha, o Reverendo Frei José de Santo Alberto, da ordem dos Carmelitas, assistiu ao recebimento matrimonial e sacramental dos nubentes Francisco Lopes Galvão, filho legítimo de Cipriano Lopes Galvão, e de sua mulher Anna Francisca, falecida, com Felipa Maria da Conceição, filha legítima de José de Sousa Galvão, e de sua mulher Silvana Maria da Conceição, e os abençoou perante as testemunhas José Ignácio de Miranda, e André de Sousa Miranda e Silva, solteiros, e moradores na Ilha de Manoel Gonçalves, onde se fez este Sacramento. E para constar fiz este assento em que me assino. O vigário por oposição, Felis Alves da Cruz.

Outro filho de Cipriano e Anna casou em Guamaré como podemos ver na transcrição a seguir:

- Aos dez dias do mês de maio, de mil oitocentos e trinta e oito na Capela de Guamaré, corridos, digo, pelas cinco horas da tarde, corridos os banhos, sem impedimento, na forma do direito, precedendo exame de Doutrina e Confissão Sacramental, de minha licença, o Reverendo David Martins Gomes, presente as testemunhas Francisco José Soares e Antonio Ferreira de Brito, assistiu ao recebimento matrimonial dos meus paroquianos José Galvão de Sousa, e Maria Freire da Silva, moradores nesta Freguesia, ele filho legítimo de Cipriano Lopes Galvão, e da falecida Anna Francisca de Sousa, e ela filha legítima de João Freire da Silva, e de Gertrudes Gomes da Rosa, e lhe deu as bençãos nupciais, na forma do estilo, do que para constar fiz este assento, em que me assino. Felis Alves da Cruz, vigário colado.

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