Do poeta cubano Félix Contrera para o poeta macauense Horácio Paiva no crepúsculo de 2012

Platón quebraba sua cabeca com a dicotomía e as pedras da poesía e a filosofía e, esta briga que vem repitiéndose com múltiples variacioes a través da historia ate o presente mas, o Platón nao previo, nao vio que ese antagonismo filosófico contra os poetas ia ter um poeta chamado Horacio Paiva com uma poesia dona da armonia, onde cada poema suo é mágica mistura de filosofía, poesía, linguagem, misterios semánticos e sintáticos cheios do valor imaginario que treme na potencialidade de suos poemas e sua poesía. A poesía do sempre menino de Macau crea un diálogo interdisciplinario entre diversos campos. Uma poesía cada dia nova, auroral, onde, (como em toda poesia verdadera)se desembolve uma dialetica com o conflito ancestral entre poesía y saber racionae,coroada, ao final, de imágenes e metáforas asombrosamente conectadas ao senso histórico, cultural e preceptivo desso que chamamos poesía e, onde asoman os temas cruciaes de hoje e onte. Felis ano novo com a poesia do grande vate do Rio Grande do Norte.   Felix Contreras