Dos becos de Macau

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Um beco.Década 1960. Ao fundo o mercado velho, hoje CCAB

Um beco.Década 1960. Ao fundo o mercado velho, hoje CCAB

Em Macauísmos – Lugares e Falares Macauenses do Professor Benito Barros [1957/2010], na  descrição da cidade, os becos. Alguns ainda preservam o nome na lembrança do povo, apesar dos oportunistas que teimam propor alteração. E então assim [páginas 80 a 84, 2ª edição] estão lá o Beco da Revolta, também conhecido por Quatro  Bocas, 15 de Novembro e por último, Calçadão José Ribeiro da Costa. O Beco das Almas, também Rua Santo Antonio. Beco das Galinhas, atual Rua Professor Manoel Justino Bessa. O Beco da Maria Carne de Porco que não existe mais e ficava entre o Beco das Galinhas e a Rua Padre João Clemente. Beco do Seu Albino, Rua Major Pinheiro. Beco do Seu Augusto, Rua João Galvão. Beco do Couro que também sumiu e ficava entre a Rua Amaro Cavalcanti e o Beco das Galinhas. E por fim o Beco dos Martins, hoje rua Mestre Germano. Na introdução de Macauísmos, Benito fala sobre as alterações dos nomes das ruas, praças e becos de Macau.  Para os que querem conhecer um pouco da história de Macau, o livro é fundamental. De Claudio Guerra para o baú de Macau.  

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