O que nos conforta quando escrevemos: ecos do Marinheiro só.

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Claudio Guerra Marinheiro So (2)Alguns dias após ter publicado o romance Marinheiro só conheci uma neta de Geni – personagem viva do romance – que morava em Pernambuco. Ela me disse: – Agradeço ao senhor pelo livro, depois da leitura eu pude entender o comportamento dos meus tios e tias, dos meus avós, enfim dos meus parentes. Eu não conhecia a história toda. Agora eu entendo porque eles são como são.  Isso foi em 2011. Agora em 2013 recebo pungente manifestação de um leitor que afirma que graças à leitura do livro conhece muito mais da história do Brasil Contemporâneo.  São manifestações que confortam muito quem escreve.

carta Claudio

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