A questão da água na Macau do século XIX

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Barreiras, 1938

Barreiras, 1938

No jornal O Macauense [publicado entre 1886 a 1889] são várias matérias tratando do problema da água em Macau. Queixa-se o articulista pelo fato do orçamento do município não contemplar verba para a água — um problema grave para a população crescente da cidade.

Por essa época – com uma população estimada em 3.000 habitantes — a água era retirada de cacimba e cacimbões. Na região era possível obter água própria para o consumo humano em profundidades de até 6 metros e a melhor região de cacimbas era o Porto do Roçado.

Temos aqui grande dificuldade para obter se agua potável para o consumo público, diz o artigo para sugerir que a municipalidade abra e conserve cacimbas públicas no Porto do Roçado. Em seguida diz que A 3 legoas desta cidade, no lugar Barreiras, temos água puríssima, finíssima que se vende aqui o barril de 400 e 500 réis.

Durante muitas décadas a região de Barreiras e Diogo Lopes foi a fornecedora de água para Macau.

De Claudio Guerra para o baú de Macau

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