“Perdoar não significa esquecer”, Dermi Azevedo, vivo e contando a história: Coleção Multimídia – volume 2 – Memória das Lutas Populares no RN – Dhnet

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“Perdoar não significa esquecer”, Dermi Azevedo, vivo e contando a história: Coleção Multimídia – volume 2 – Memória das Lutas Populares no RN – Dhnet

Dermi Azevedo Col multi DhnetNesta entrevista ao DHNET-RN, o militante político Dermi Azevedo, potiguar de Currais Novos, fala da sua trajetória de luta contra a ditadura a partir do ingresso na ALN, a Ação Libertadora Nacional ou Aliança Libertadora Nacional, criada em 1968, da sua ligação com os frades Dominicanos e com Frei Tito, do militante do PCBR Emanuel Bezerra, assassinado pela ditadura, do congresso da UNE em Ibiúna [SP], do exílio no Chile, das torturas, da Comissão de Justiça e Paz em Natal e da fundação do COOJORNAT, a cooperativa dos jornalistas de Natal, dentre outras importantes memórias daquele que esteve na frente da luta e nunca se acovardou.

Como bom observador, vê hoje os efeitos da concentração da renda em Natal, que criou extensa muralha entre ricos e pobres cada vez mais segregados.

Como nos Cantares do poeta espanhol Antonio Machado [1875/1939], caminha Dermi Azevedo,  sonhador como se considera, sonhando com um mundo mais justo, mais fraterno e mais solidário, sabendo que não há caminho e que o caminho se faz ao caminhar.

De Claudio Guerra para o baú de Macau