Início do século XX: Macau sem Porto e sem Estrada de ferro

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Início do século XX: Macau sem Porto e sem Estrada de ferro   

Há uma indicação na obra Panorama da Poesia Norte-Rio-Grandense de Romulo C. Wanderley na página 283/284,  poeta José Leão (José Leão Ferreira Souto) , irmão do jornalista Elias Souto sobre a autoria da Carta Geográfica do Rio Grande do Norte,  projetando uma ferrovia Macau- São Francisco.

A ferrovia era disputada por Macau, Mossoró e Natal, mas não passou do projeto. O trabalho de Wagner do Nascimento Rodrigues apresentado na ANPUH, Rio em 2010 trata do assunto.

O projeto federal de hegemonia das capitais: a comissão de Melhoramentos do Porto de Natal e a Inspetoria de Obras contra Seca

Autor: Wagner do Nascimento Rodrigues

Resumo

O início do período republicano no Brasil foi marcado por uma política de investimentos preferenciais nas capitais, que seriam os espelhos da nova nação. As Comissões de Melhoramento dos Portos (CMP), formadas logo no início do novo regime, inseriram Natal nesse projeto federal de modernização. Nesse trabalho procuramos entender como aconteceu o encontro desse projeto republicano com a realidade de uma cidade tomada por retirantes. Da atuação da CMP em Natal nasceu a Comissão de Estudos e Obras contra as Secas, que se tornou responsável por um novo tipo de entendimento da região assolada pelas estiagens e atribuiu às ferrovias um papel primordial no combate à seca. A disputa entre duas cidades para ser o início da Estrada de Ferro Central do Rio Grande do Norte será o mote nesse artigo para discutir a articulação dessas obras e projetos federais com os anseios das elites locais.

Leia mais em:

http://www.encontro2010.rj.anpuh.org/resources/anais/8/1276740850_ARQUIVO_Capitalportuaria.pdf