Gilberto Avelino [1928/2002] no Panorama da Poesia Norte-Rio-Grandense (1965)

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O Poeta Gilberto Avelino sendo homenageado pelo então Prefeito de Macau José Antonio Menezes Década 1990

O Poeta Gilberto Avelino sendo homenageado pelo então Prefeito de Macau José Antonio Menezes Década 1990

Panorama da Poesia Norte-Rio-Grandense; autor: Romulo C. Wanderley, 1965, Edições do Val Ltda., Rio de Janeiro (GB)

Página 33/34

Gilberto Avelino [1928/– Gilberto Edinor Cabral Avelino, nasceu em Assu (9 de julho de 1928), porém, filho de um macauense, e indo para lá aos nove meses de idade, e dada a sua permanente vivência com a terra e o povo da cidade das salinas, declara-se “macauense de coração”. É filho de José Edinor Pinheiro Avelino e Marcionila da Fonseca Avelino.

Fez curso de Direito na Faculdade de Alagoas (turma de 1955), tendo sido eleito, num pleito disputadíssimo, orador da “aula da saudade”.

Vive na sua cidade, e no convívio diário com seu pai, o poeta Edinor Avelino, aprimorou o seu amor pela poesia, com a diferença de que segue a Escola Modernista, enquanto Edinor se mantém fiel ao Parnasianismo de Bilac.

Exerce a profissão de advogado e tem um livro de poemas quase concluído: Os Moinhos e o Vento, no qual evoca e canta a paisagem das salinas e dos moinhos típicos, que Edinor exaltou no poema “Macau”, Aurélio Pinheiro, no romance de igual título e Fagundes de Menezes, em O Vale dos Cataventos.