Tudo continua confidencial: Paulo Maluf, Delfim Neto e Bradesco

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MALUF CONFNos setenta da ditadura, toda vez que o Paulo Maluf ia para uma cidade do interior paulista a polícia prendia,  com dias de antecedência,  todas as lideranças dos trabalhadores e estudantis locais. Recordei desse fato quando deparei com o informe 79/75 da Divisão de Segurança e Informações  que faz parte dos documentos da ditadura que agora vem à luz. Todos e tudo era alvo da bisbilhotice oficial, até seus próprios pares. O Paulo Maluf sempre serviu aos ditadores, o Delfim Neto também e o Bradesco que nasceu em Marília e era um pequeno banco regional, tornou-se, ao fim da ditadura, um dos maiores bancos brasileiros.

De Claudio Guerra para o baú de Macau.