Alcanorte, da Farsa às Cinzas

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Coluna de Roberto Guedes Jornal de Fato  18/4/2009 Livro expõe a destruição da Alcanorte O lançamento hoje, sábado, em Natal, de um livro sobre um empreendimento que tinha tudo para ser o começo da redenção econômica do Rio Grande do Norte e foi levado ao fiasco por forças locais, a fábrica de barrilha em Macau, me força a abrir espaço aqui para um texto em que o colega Paulo Augusto, oriundo do Oeste, focaliza a obra e seu tema. Encimado pelo título “A história da Alcanorte, para que não se repita”, o texto circula desde ontem na internet. Ei-lo: Um enredo digno dos melhores filmes de espionagem, no estilo 007, ou das obras políticas em forma de documentário do cineasta Michael Moore, compreende o conteúdo do livro “Alcanorte, da Farsa às Cinzas”, que o economista Cláudio Guerra lança na manhã deste sábado, dia 18, no Sebo Vermelho, em Natal. Passados 32 anos, a fábrica ainda não foi concluída, embora eventualmente sua carcaça, na entrada de Macau, ganhe vida e as manchetes das editorias políticas e de economia da imprensa local, através de pessoas bem relacionadas com o governo do Estado e com a corte, em Brasília, com o intuito de fazer o escombro render mais alguns dólares, além da formidável montanha de dinheiro que ela já produziu para os bolsos mais privilegiados. Desde que foi prometida e teve suas fundações lançadas, pelo então governador Tarcísio Maia, em 1976, a delirante fábrica de barrilha já consumiu – e portanto subtraiu dos orçamentos do Estado e do bolso dos potiguares – cerca de R$ 500 milhões de reais, parte deles no esqueleto erigido à beira do istmo da ilha de Macau, e que ali permanece, como um monumento à “insesatez do capitalismo”, como assinala Cláudio Guerra. Para os que conhecem a história da fábrica de barrilha e seus desdobramentos cinematográficos, na melhor linhagem dos filmes da Máfia, vale a pena adquirir o livro de Cláudio Guerra, pela riqueza de detalhes ali agrupados, de forma sistemática e explicativa. A obra, finalmente, torna intelegível os golpes que se sucederam ao longo desses 32 anos, enriquecendo e financiando a vida luxuosa de figuras nababescas, que se aproveitaram de um esquema montado com maestria, a fim de sorver dinheiro fácil pelos dutos sempre abertos dos governos estadual e, principalmente, federal. Na apresentação da obra, diz Cláudio Guerra: “Esta é uma história de ‘dumping1. Uma exemplar história do ataque à nossa soberania. É também a história da irresponsabilidade com o dinheiro do povo, aqui concretizada com o abandono da fábrica, o engodo da privatização e a ‘doação’ para os operários quando só restavam cinzas.” Para escrever essa epopéia de cunho mafioso, onde o que não falta são espertalhões, na pessoa de elementos absolutamente desprovidos de escrúpulos e de integridade moral, Cláudio Guerra mergulhou, com paciência e método, em milhares de documentos velhos e embaralhados, contando a história de uma vila com moradores inadimplentes e contas pendentes, uma estrutura de US$ 170 milhões parada há mais de 30 anos e uma dívida que, só no âmbito estadual, já ultrapassava os R$ 300 milhões alguns anos atrás. “O palco desta tragédia, Macau, Rio Grande do Norte, é uma das regiões mais ricas do Brasil pela abundância de petróleo, gás, sal e pescado e apresenta um dos mais baixos Índices de Desenvolvimento Humano do país”, diz Cláudio Guerra que, na obra, revela e desmonta toda a estrutura do golpe da álcalis e da barrilha, dentro de um quadro político e econômico que, ao lado das intrigas internacionais, por conta dos conflitos dos cartéis, quando entram em cena a Ansac – American Natural Soda Ash Corp, a Alco – Álcalis da Colômbia e a Alpat – Álcalis da Patagônia, sem esquecer de uma figura digna dos melhores películas que retratam a máfia e a Cosa Nostra: José Carlos Fragoso Pires, um escroque de nível internacional que tem participação fundamental na destruição deste sonho dos norte-rio-grandenses. A história desse golpe precisa ser do conhecimento da maioria dos potiguares, sendo uma necessidade ensiná-la e discuti-la nas salas de aula das escolas públicas e privadas do nosso Estado, já que revela todo o entranhado histórico de patrimônios como o Bandern e BDRN, uma história que pode se repetir a qualquer momento, e que tem suas consequências bem ligadas à vida de cada um de nós, que aqui vivemos.

Revista Caros Amigos fala sobre o livro Alcanorte – da Farsa às Cinzas.

Veja o texto abaixo na coluna do jornalista Renato Pompeu.

Site: www.anabb.org.br [Associação Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil] Nome do livro: ALCANORTE, da farsa às cinzas; Autor: CLAUDIO GUERRA; Editora: Sebo Vermelho Edições; Registro no ISBN: 978-85-909130-0-9; Formato: 14 x 21,7 cm; número de páginas: 158; Orelha do livro: “O descerramento de uma bandeira branca, com o nome da Alcanorte em vermelho, às 11h25 minutos foi feito pelo ministro, que estava vestindo calça creme, camisa azul de quatro bolsos e calçando sapato preto. E pelo governador Tarcisio Maia, vestido também de calça creme, camisa listrada de branco e preto e calçando sapatos marrons”. Foi assim, com todos estes detalhes do figurino da época, do “Brasil, ame-o ou deixe-o”, que o jornal Diário de Natal do dia 23 de outubro de 1976 com a manchete “Agora sim. Fábrica de Barrilha vai ser tornar realidade”, noticiou a cerimônia de lançamento da pedra fundamental da fábrica de barrilha. Passados 32 anos, a fábrica não foi concluída, mas já consumiu cerca de R$500 milhões de reais, parte deles no esqueleto erigido à beira do istmo da ilha de Macau que está ali como um monumento à insensatez do capitalismo. Esta é uma história de “dumping”. Uma exemplar história do ataque à nossa soberania. É também a história da irresponsabilidade com o dinheiro do povo, aqui concretizada com o abandono da fábrica, o engodo da privatização e a “doação” para os operários quando só restavam cinzas. Permeando a história em todos esses anos, as chamadas “forças estranhas”, que não deixaram o projeto prosperar. O palco desta tragédia, Macau, Rio Grande do Norte é uma das regiões mais ricas do Brasil pela abundância de petróleo, gás, sal e pescado e apresenta um dos mais baixos Índices de Desenvolvimento Humano do país. Coisas do capitalismo!

www.nomomento.com/ COISAS DA POLÍTICA Antônio Capistrano E-mail: antoniocapistrano@nomomento.com Alcanorte, uma história escabrosa Li o trabalho de Cláudio Guerra, “Alcanorte, da farsa às cinzas”, Sebo Vermelho – 2009. Uma boa pesquisa, um excelente trabalho, fique alegre com a sua publicação, é um estudo que estava faltando sobre a obscura história da Alcanorte. Cláudio traz a tona esse tema que a imprensa, não só a nossa, mas, e, principalmente a grande imprensa nacional, teima em deixar de lado. Faz 33 anos que o governador Tarcisio Maia e o ministro de minas e energia, da época, fizeram o descerramento de uma bandeira branca com o nome da Alcanorte em vermelho, na cidade de Macau. O Diário de Natal publicava, no dia 23 de outubro de 1976, a seguinte manchete “Agora sim. Fábrica de Barrilha vai se tornar realidade”. Até hoje a fábrica não foi concluída, mas já consumiu cerca de R$ 500 milhões de reais dos cofres públicos, resta, no local, um esqueleto, um verdadeiro elefante branco. Cláudio Guerra denomina esse esqueleto erigido à beira do istmo da ilha de Macau de monumento à insensatez do capitalismo e ao poder do dumping, um verdadeiro ataque a nossa soberania. “Alcanorte, da farsa às cinzas”, merece ser lido, principalmente pelos formadores de opinião. www.revistaoberro.com.br Revista Carta O Berro – jornalista Wanderley Caixe Livro: ALCANORTE, da farsa às cinzas Autor: Claudio Guerra Editora: Sebo Vermelho, Natal[RN] A maioria das pessoas só conhece a barrilha [álcalis] na sua forma mais singular: sua utilização em piscinas. Pouca gente sabe que o produto é matéria prima básica da indústria vidreira e utilizada em grande escala na indústria química, têxtil, metalúrgica e siderúrgica. O produto é tão importante que no Brasil, desde 1917, o governo discutia a implantação de uma fábrica de barrilha, só concretizada na década de 60 [Cia Nacional de Álcalis no RJ], em razão do secular “dumping” que impede o surgimento de outras fábricas no mundo. Hoje, quem domina o mercado é a ANSAC, empresa localizada nos EUA, cuja história o jornalista Luiz Nassif contou na Folha de São Paulo em 1994. A segunda fábrica de barrilha do país, a Alcanorte, no Rio Grande do Norte, ainda não decolou e a CNA fechou suas portas agora em 2006.  Hoje a barrilha é totalmente importada. O livro “ALCANORTE, da farsa às cinzas”, de Claudio Guerra, fala dessa história. Ele mostra como foi gasto cerca de R$500 milhões de reais do dinheiro do povo para não produzir nada. A fábrica, criada em 1974 pelos militares que controlavam a empresa, uma vez que a barrilha era considerada um produto de “segurança nacional” [fabricação de explosivos] deveria funcionar em 1980. Apesar de nunca ter produzido 1 quilo de barrilha, consumiu recursos do erário e serviu como moeda de troca dos militares com os “coronéis” do nordeste, como foi o caso de Tarcísio Maia, pai do senador José Agripino [DEM-RN], presidente da empresa por muitos anos. Depois veio Collor e a privatização. Essa história da privatização da CNA e Alcanorte foi contada pela jornalista Helio Fernandes da Tribuna da Imprensa, que mostrou como um patrimônio do povo brasileiro foi parar nas mãos do empresário Fragoso Pires {Jóquei Club do Rio], por obra e graça de PC Farias. Por último, as empresas foram “doadas” aos empregados em troca do passivo trabalhista. A doação é irregular segundo o BNDES, credor do grupo Fragoso Pires. Para completar o enredo trágico, hoje dois grupos de empregados disputam o controle das empresas. O livro fala sobre tudo isso.

SITE DA PREVI – CAIXA DE PREVIDÊNCIA DOS FUNCIONÁRIOS DO BANCO DO BRASIL – www.previ.com.br 10/6/2009 Obras de Claudio Guerra são registros de história e denúncia social Em Ninguém para a Coréia (Fábrica de Livros, 2008), o escritor paulista Cláudio Guerra, que por 23 anos trabalhou no Banco do Brasil, até encerrar a atividade em 2000, consolidou um de seus desejos como escritor: usar a literatura como um instrumento de denúncia social. A publicação mostra como uma invasão de tropas americanas na Coréia do Norte refletiu na cidade de Macau (RN). Essa foi a primeira obra de Guerra que, em abril de 2009, publicou seu segundo título. Em Alcanorte, da farsa às cinzas (Editora Sebo Vermelho), o escritor mantém o viés crítico para estimular a reflexão do leitor. “Minha tentativa é contribuir para o debate dos nossos problemas sociais”, comenta. Qual o tema central de Alcanorte, da farsa às cinzas? O livro trata de vários assuntos entorno de um mesmo tema: as fábricas de barrilha na América do Sul. Esse é um produto pouco conhecido do grande público, mas essencial na indústria química e vidreira, cujo mercado mundial é dominado por empresa americana. A construção da fábrica de barrilha em Macau, que se arrasta desde 1978 e já consumiu R$ 500 milhões, sempre me incomodou. As indústrias na América do Sul têm histórias semelhantes, pois o dumping está sempre presente e dificultando o funcionamento dessas unidades. Em Ninguém para a Coréia o senhor também faz um relato histórico Há quase 60 anos, quando a Coréia do Norte foi arrasada pelas forças militares norte-americanas, os partidos comunistas empreenderam numa grande campanha pela paz mundial. A frase “Ninguém para a Coréia” estampava cartazes de movimentos de trabalhadores do mundo todo. A pequena Macau, com pouco mais de 20 mil habitantes na época, também estava presente nessa luta do internacionalismo proletário. Não queria deixar esse momento ímpar no esquecimento. No livro, homenageio os homens e as mulheres que um dia lutaram pela paz mundial numa pequena cidade do Rio Grande do Norte. Quais os seus projetos? Estou concluindo Pelo direito de ser bonsai – julgamento e condenação da 93,5 FM Rádio Comunitária Solidariedade, de Macau no Rio Grande do Norte. O livro, que pretendo lançar ainda em 2009, trata sobre a luta das rádios comunitárias contra os barões da mídia. Contos do Pontal do Anjo, ainda sem previsão de lançamento, conta histórias naturais e sobrenaturais do litoral de Macau. Já Textos de Macau é uma seleção de artigos que publiquei na Folha de Macau e em jornais de Natal entre 1994 e 2008. Planejo publicar ainda O homem atingido pelo Consenso de Washington e outros textos, um livro de crônicas e contos.

Câmara Municipal de Natal 29/4/2009 REQUERIMENTO Nº. 1194/2009- VER. GEORGE CÂMARA – PC do B  ASSUNTO: – Votos de congratulações ao Senhor Cláudio Antônio Guerra, pelo lançamento do livro “Alcanorte da Farsa às Cinzas”.

E a Alcanorte será sempre uma farsa?

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