Ninguém para a Coréia

Ninguem para a CoreiaObra: Ninguém para a Coréia; Autor Claudio Guerra; ISBN: 978-85-366-1203-4; Scortecci Editora e Fábrica de Livros – São Paulo – 2008 –  www.anabb.com.br ANABB – Associação Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil Resenha do livro: O romance foi construído a partir de um Auto de Prisão ocorrido na década de 50 em Macau [RN], quando salineiros e estivadores reivindicavam “Liberdade Sindical”, “Terra para os camponeses”, “Ninguém para a Coréia” [contra a invasão norte-americana na Coréia].  É, sem dúvida, um belo momento do internacionalismo proletário que ganhou o mundo na luta pela paz mundial.

A 2ª edição é de 2015 pelas editoras O baú de Macau – editora e artes e Offset Editora, Natal RN
Carta O Berro………………………………………………….repassem   Além do dom de brilhante escritor, Cláudio Guerra é ideologicamente um autentico comunista. E quando digo isso, falo – e o que ele narra neste livro -, dos comunistas de antigamente. Uma vez ouvi dizer e concordei plenamente,”não se faz mais comunistas como antigamente.”  Cláudio Guerra descreve a luta desses comunistas numa cidade do Rio Grande do Norte, após a guerra, a cassação de Luiz Carlos Prestes e seus companheiros, deputado e vereadores eleitos.  Conta das reuniões, da rigorosa clandestinidade e ainda das tarefas a realizar, entre todas a luta pela paz (não iremos para a Coréia), pelo petróleo, no aniversário de Prestes, na luta pela legalidade.  Tudo isso num confronto com a elite empresarial, o Juiz, o papel da igreja anti comunista, o delegado de polícia e os milicos e as torturas e os assassinatos.  E mais, você vai conhecer o Partido e os militantes: o companheirismo: a solidariedade: a disciplina: a honra de não falar na tortura: a estrutura precária , mas eficiente para realizar as tarefas: as pichações, a panfletagem clandestina e as passeatas de surpresa e os confrontos.  Uma história real contada pelas mãos hábeis de Cláudio Guerra.  Sem exagero, na visão micro numa cidade de Natal, faz um paralelo aos Subterrâneos da Liberdade de Jorge Amado . É a minha opinião.  Vanderley Caixe

A luta do povo de Macau em 1951 no romance de Claudio Guerra

Um dia de procissão em Macau

Ninguém para a Coreia 2 edição