Memórias da água em Macau [3]

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Memórias da água em Macau [3]

A água que nós usamos

Claudio Guerra, 1982, poco da Marechal, arquivo o bau de macau

O rio Piranhas-Açu nasce na Serra de Piancó[PB] e desemboca no Oceano Atlântico pelo belissimo delta de Macau. Tudo o que de bom e de ruim acontecer na bacia do Piranhas-Açu terão consequencias em Macau. A bacia compreende um total de 43.681,5 m2 e tem 147 km de extensão. Influi na vida de 1,3 milhões de pessoas. Na Paraíba influencia cerca de 102 municípios e no Rio Grande do Norte 45. A barragem do Açu A capacidade da Barragem do Açu é de 2,4 bilhões de m3 de água.

 

Em 2008 foi fundado o Comitê da Bacia Hidrográfica do Piranhas-Açu. Agora em dezembro de 2010 a Agencia Nacional de Aguas [ANA] divulgou edital para seleção de OSCIP para apoiar a CBH Piranhas-Açu.

É fundamental que haja a conservação e o controle da qualidade da água do Piranhas-Açu. É daí que vem a água que usamos no nosso dia a dia, captada em Pendências e que vai alimentar nosso estuário e toda a vida marinha do mar de Macau.

Veja mais em www.piranhasacu.cbh.gov.br

 

2/11/009 – Blog do Renatão

Águas do Rio Grande do Norte estão impróprias para o consumo

Claudio Guerra, 1982, poco da Marechal, arquivo o bau de macau

O Jornal de Fato de Mossoró-RN, 244 mil habitantes, publica artigo de Jotta Paiva, em http://www.defato.com/estado.php#mat2, sobre pesquisa que constatou poluição nas águas dos rios do Rio Grande do Norte: “Na bacia Piranhas-Açu, a situação é crítica. A maioria dos reservatórios do Seridó, como o Gargalheiras, Rio Seridó e Buqueirão, está imprópria para o consumo humano. No Vale do Açu a pesquisa identificou como impróprios o Mendobim, Beldrogra, Pataxós, Estuário em Macau, Pia 19 em Alto do Rodrigues e Rio dos Cavalos”.

A pesquisa foi feita em fins de 2008 pelo Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do Estado do Rio Grande do Norte (IDEMA), Instituto de Gestão das Águas do Estado do Rio Grande do Norte (IGARN), Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia (IFRN), Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA), Universidade Estadual do Rio Grande do Norte (UERN) e Empresa de Pesquisa Agropecuária do Estado do Rio Grande do Norte (EMPARN).

Postado por Renatão Pompeu