De barcaças, futebol e outras lembranças

De barcaças, futebol e outras lembranças dos amigos macauenses

Foto autor não identificado, 1960, Chinezinho e o macauense Fernando defendendo o Calouros do Ar de Fortaleza CE, Arquivo de Zé de Hipólito.

Nas suas recordações, Zé de Hipólito fala dos seus avós Manoel Felipe e Cassimira Barreto que eram vizinhos de Zé Guilherme e dona Rosarinho, professora do Duque de Caxias e mãe da jornalista Regina Barros. O seu tio trabalhava na barcaça “Aurora” da Companhia Matarazzo e seu pai, Hipólito da Matarazzo trabalhava no rebocador “Resi”. Fala do seu primo Fernando que saiu criança de Macau e jogou no Calouros do Ar do Ceará.

Foto Seu Santos, 1960?, Rebocador com barcaças de sal para o Lamarão, Arquivo: Getulio Teixeira

José de Arimatéia, macauense de Barreiras e ex- gerente do Banco do Brasil, recorda-se dos rebocadores subindo e descendo o rio com a fieira de barcaças a reboque.

O memorialista macauense Getúlio Teixeira também se recorda das barcaças e rebocadores. E era uma alegria quando navegavam barcaças e rebocadores, os meninos corriam para a beira do rio a descobrir o nome do rebocador. Quantas lembranças, quantas alegrias!

O progresso chegou em Macau e os macauenses nem puderam gritar: Viva o progresso! Aqui, o progresso chegou não para beneficiar o povo da cidade, chegou para explorá-lo mais, ou para expulsá-lo da cidade.

Da equipe do baú de Macau.