Marinheiro só

Em  5 de julho de 2007, sob o título Cabo Anselmo, o programa Linha  Direta – Justiça da TV Globo abordou o episódio ocorrido em  janeiro de 1973 em Pernambuco, quando a mando da ditadura, foram  assassinados vários militantes da VPR, a Vanguarda Popular  Revolucionária, organização de esquerda que lutava contra a  ditadura. No programa, Anselmo, militar da Marinha foi acusado de  trair seus companheiros, um deles o cabo da Marinha José Manoel da  Silva, assassinado no episódio conhecido como o Massacre da Chácara  São Bento. A  vida que já era difícil para Geni, a esposa de José Manoel, ficou  ainda pior. Em 1973, lutou muito para descobrir em qual cemitério do  Recife estava o corpo do marido assassinado. Depois, em 1975, cavou e  juntou osso a osso e foi enterrar no mesmo cemitério ao lado do pé  de fruta pão para evitar que fossem para a vala comum. Tinha  coragem: um dia faria o enterro do marido, como o de todo cristão.  Em 1995 fez o enterro do marido e a retratação política e pode  dizer que ele não era o terrorista que a ditadura fizera crer, mas  um patriota brasileiro em busca de uma vida melhor para os  brasileiros. O romance trata dessa história. Apresentação do  livro:

 

Leia o livro acessando: http://www.dhnet.org.br/verdade/rn/bibliografia/livro_marinheiro_so_%2015_5_2012.pdf

O que nos conforta quando escrevemos

Ecos do Marinheiro só: uma carta de um leitor

Todo leme a bombordo

Marinheiro só lançamento no Recife, 10 dezembro 2012

Homenagem a Mércia de Albuquerque Ferreira a advogada da liberdade

Marinheiro só no jornal Anistia Política do Recife

Estou feliz de que voce esteja viva, de Jorge Barret para Geni

Marinheiro só na leitura do poeta e escritor Raimundo Antonio de Souza Lopes  

Marinheiro só – resenha da Professora Aparecida Fernandes do IFRN

Marinheiro só – o direito à memória e à verdade

Jornalista Regina Barros – Quatro Bocas – Marinheiro só

A Grande Farsa, por José Gomes

Barra da Ilha da Regina Barros

Apresentação do livro no DCE-UFRN – outubro/2011