
As escolas em Macau na primeira metade do século XX nos jornais da cidade. Pesquisa feita nos arquivos do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte
O jornal Folha Nova {ano II] de 9 de agosto de 1914, publica o boletim de freqüência e aproveitamento dos alunos do Gymnasio Areolino de Abreu.
O Jornal de Macau [ano I, nº 2], de 20 de maio de 1916, informa que funcionam 10 escolas para o sexo feminino com 172 alunas.
O Jornal de Macau [ano II], de 3 de junho de 1916 publica o Boletim Pedagógico contendo frequencia e notas de aproveitamento do Gymnario Areolino de Abreu.
No mesmo jornal o seguinte anúncio: Maria da Conceição Fagundes de Menezes, professora diplomada pela Escola Normal deste Estado leciona Curso primário em sua residência.
No Jornal de Macau de 29 de julho de 1916 a notícia da palestra em Natal do pedagogo Evaristo Gurgel sobre o Ensino Primário no Brasil.
No Jornal de Macau [nº 13], de 5 de agosto de 1916 uma matéria propondo a criação de uma liga contra o analfabetismo, o álcool, o fumo e o jogo.
No Jornal de Macau [nº 25], de 4 de novembro de 1916 a notícia sobre uma escola para aprendizagem de música criada pela Liga contra o Analfabetismo.
No Jornal de Macau [nº 59], de 14 de julho de 1917 o editorial comenta as ações do Centro Cívico Litterário Frei Miguelinho no combate ao analfabetismo.
No Jornal de Macau de 15 de setembro de 1917 uma notícia sobre a construção do Grupo Escolar [o antigo prédio da Escola Duque de Caxias], informando que a planta já foi aprovada pelo Dr. Diretor de Instrução.
No Jornal de Macau de 22 de setembro de 1917 o editorial critica o local onde será construído o grupo.
No Jornal de Macau de 6 de outubro de 1917 o colunista Zé Macauense faz um comentário sobre o local onde será construído o grupo escolar nos termos: “Eu, porém, acho-o muito bom: - em Macau é só onde não há poeira!!”
O jornal O Imparcial de 1919 registra o seguinte anúncio: Curso Primário mixto Jésus Hóstia – Diurno e noturno – iniciado em 1º de agosto de 1919 e funcionando num compartimento da casa do atual vigário Padre João Clemente.
Professor João Mendes Martins da Costa.
O mesmo jornal [ano II, nº XXXVI] de 16 de agosto de 1919 – também anuncia: Escola Nocturna Commercial – pavimento superior da padaria “Perseverança”
Professor Zacharias de Araújo, diplomado pela Escola Normal deste Estado.
Leciona: Portuguez, Arithimética, Contabilidade Commercial e Escripturação Mercantil com método moderno de Tavares da Costa, lição practica de Contabilidade Commercial.
O Imparcial [ano III, nº LVII] de 15 de maio de 1920 anuncia:
Ensino particular Professor Jefferson Urbano. Leciona portuguez, francês e geografia. Ensina em sua residência das 7 às 8:30 da noite.

Professor Gabi e sua escola no Valadão na década de 70.

Escola Duque de Caxias na década de 60.

O CRESM - UFRN em 1989.

Escola Duque de Caxias, década de 40

Posse do Grêmio Estudantil Amarildo Bezerra, da Escola Clara Tetéu na década de 80.

Alunos na década de 50

Professoras Hilda Bezerra e Anaíde Dantas

1948 - Sala de aula da Escola Duque de Caxias. Ao fundo a professora Diair Gomes. Na primeira carteira, ao fundo, o futuro médico Amaury de Medeiros Bezerra, falecido em 2001 e muito querido pelos macauenses. Ao seu lado, o grande amigo Hilton Paiva. Foto dos arquivos de Hilton Paiva